Sobre a minha pessoa

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Sao Paulo, Sao Paulo, Brazil
Estou em pleno processo de mudanças e reforma interna. Não sei bem quem sou. Sei, que sou muito mais do se imagina. Sou muito mais forte e guerreira do que eu mesma acredito. Sou muito mais complicada e perfeitinha do que gostaria de ser. A minha loucura desestabiliza minha insanidade ... sou uma eterna APRENDIZ, vivendo uma de cada vez, todos os dias.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

PAPEL E CANETA



10 comentários:

  1. Cris, nada como papel e tinta, não é mesmo? Muito bacana a sua letra! Bjão!

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  2. Letra bonita, feminina, delicada, dedicada à beleza, de cada frase, de cada fase da existência...do poema e da poetisa.

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  3. O prazer da escrita tangida na alvura do papel! Também tenho desses momentos, mas nem ouso publicar em nenhum lugar. Tenho letra feia, confesso. Às vezes, nem eu me entendo com ela, o que diria quem me lê? Mas, tenho sempre um caderno de notas dentro da pasta. Vai sempre comigo, como sombra de meu eu lírico. Meu confidente discreto. E de tão fiel, nem deixa com que outros, mesmo que o devassem, consigam me compreender. Ai, minha letra é feia. Nem poeticamente eu consigo desse erro me desfazer.

    Abraço do Leonel, from Passando a Limpo o Passado...

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  4. Adorei!
    Sua letra é linda, belo texto!
    Bjs linda
    Mila Lopes

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  5. Lindo!! Amei.

    estou te seguindo, espero sua visita.

    abraço

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  6. Vixi. Eu não gosto muito de escrever.

    Sou menino preguiçoso que quando o professor escrevia muito no quadro gritava "chega".

    Prefiro as teclas, mas de vez enquando, muitíssimo de vez enquando me arrisco na "pena".

    Muito criativa sua idéia!

    O blog, como sempre excelente.

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  7. Olá Jussara, muito bom mesmo! eu não sou poeta, quando não tenho nada para escrever,(manuscrito), copio os livros que leio, e assim recordo dos antigos textos (manuscritos), abraços

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  8. Décimo Oitavo Cálice

    Quando até a literatura é estrangeira
    Na regra dos noves fora mais antiga
    É condição redobrada ser a primeira
    A contar de quanto trauteio a cantiga
    De ficar absorto a soletrá-la pertinaz
    Já que o corpo por repouso tudo aceita
    Incluindo ler, que só à mente deleita,
    Seja a tarde longa e calma ou fugaz
    Que sempre voará se no fazer apraz.

    Medido o tempo por esta clepsidra
    Onde cada segundo é uma frase lida
    A pingar da pipeta do entendimento
    Tece enredos quem só decepa a Hidra
    Lhe sega as cabeças do medo à vida
    Tira à serpente gigante o tormento
    E lhe dá em troca o jeito sagaz melado
    De um S com asas dito voo soletrado
    E no sibilo de uma língua enrolado.

    A primeira letra de um nome, portanto
    Só anda repetido adiante, se avança
    Revestido na aliança serena do canto
    Em que o compasso é passo e balança
    Braço dado fazendo do par a esperança
    Deste Alentejo como um lamento cantado
    Na sesta amena ao ritmo arado do beijo
    Que é outro tanto do canto do S no desejo.

    Boca a desenrolar-se é só mandorla da fé
    Num zero que a cabala indica, mas que é
    O seixo do ábaco se a unidade multiplica
    Por dez, por cem, por mil e até o infinito
    Estica, dando ao ver o que só se acredita
    Existir, sendo esse anel o aro de espírito
    Suficiente à matéria como forma de lente
    Prà visão num oito alcançar o ponto fito
    Que nunca é visto só pelo olhar da gente.

    Quem já viu longe e para lá do horizonte
    Que a eternidade tem por coisa tão certa
    Como uma árvore, colina, rio, ou monte
    Habitado por família unida, sã e desperta?
    Então, esse sabe até reconhecer a aresta
    Que há no distante Sol cuja seta acerta
    Raio de alerta e sobre a alma o rio apresta
    Ao tempo contínuo, sem fim, sólida ponte!

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  9. Linda sua atitude!
    Já fiz isso no imperfeita e parece que trazemos mais as pessoas para perto. Isso é muito bom, chama mais a realidade de ver, pelo menos, algo mais concreto.

    beijo minha linda.

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  10. Querida Jussara,

    Tua letra cursiva é lindíssima! Bem redondinha, super feminina. Gostei do texto. Também tenho meus papéis amarelados, meus diários, meus caderninhos de músicas, de pensamentos, meus rabiscos de poemas...

    Bom domingão, querida. Tu és uma pessoa muito sensível, nós te amamos.

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Alimenta minha alma com tua escrita e preenche o vazio de um coração ávido de amor, atenção e amizades sinceras, mesmo que estas, sejam virtuais, pois atrás da frieza do teclado, pulsa um ser humano complexo. Obrigada pela visita!